quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Enquanto a amizade durou, valeu a pena
02.01.11
Enganei-me. Enganei-me feio. Surpreendi-me. Decepcionei-me. Acreditei e quebrei a cara. Dei valor e fui esnobada. Mas, me considero esperta e fui esperta o bastante. Não me deixei perceber. Não deixei perceber minha desanimação. Minha tristeza. Aprendo com erros. Isto é regra. Mantive a paciência. Escutei só isso que fiz escutei. Creio que por me manter segura e por tentar fingir que o que estava acontecendo não me atingia. Ele desistiu. Ficou abismado. Estressado, mais, ficou quieto como se planejasse algo pior. Mas, continuou como ficou.
Ops! Você não está entendendo nada não é mesmo? Mas, não precisa, não vale à pena. Mas, com certeza terás uma idéia nas próximas linhas, ou não.
Tenho um ‘’amigo’’, quer dizer, tinha. Nossa amizade morreu. Ele jogou-a no lixo. Percebi que ele não tinha boas intenções, em todos os sentidos. Ele nunca tentou ser sincero comigo, então, mentia. Nem sei se alguma vez me contou uma verdade.
Confiava nele, mais a mesma foi embora no momento que soube que ele contava para outros o que eu havia falado.
Não me respeitou em nenhum momento. Parecia outra pessoa. Não era aquele a quem eu havia conhecido. Olhava-me e ria. Um olhar enganador. Subia-me um frio. De tristeza. De angustia. Jamais pensei que aquele doce menino que conhecia, com sorriso de criança cativante, que me fazia companhia pelo telefone, que parecia se importar comigo podia se transformar em um estranho para mim, inclusive para meus olhos. Mas, sabem de uma coisa? Se for para perdoar, perdoou. Os significados das coisas boas ainda estão em mim. E ainda sei que ele pode mudar, Garanto que sim. Quero muito.
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Oii eu já encontrei o meu anjo!
ResponderExcluirObrigado pelo comentário