quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Cem anos de solidão

Desisto de tudo. A incompetência e a falta de talento são só minhas. Entre o riso e o choro não consigo precisar o que de fato eu sinto. Para que serve a nossa inútil vida? Para que eu sirvo? Para que nós servimos? Só para continuar existindo? Se é para sofrer, prefiro morrer. No fim, só é isso que nos resta? A vida é uma sucessão de sofrimento.
Sou apenas um ser humano que nem você, tentando encontrar uma saida. Sou apenas uma mulher com incertezas do tamanho do universo tentando encontrar um motivo para continuar vivendo. E o meu direito, o meu único direito, será tentar. Isso, nunca, ninguém poderia tirar de mim.

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